January 6, 2016

FAQ’s

Operacionalização

Para que tipo de alunos funcionam os Ninhos?

Conforme a realidade de cada escola e de cada turma em particular, o Projeto pode acolher temporariamente alunos com diferentes desempenhos : (Baixo Rendimento Escolar – BRE) e (Alto Rendimento Escolar – ARE). Nestes grupos restritos os alunos podem colmatar dificuldades e lacunas (BRE) ou desenvolver competências acima da média (ARE). Esta operacionalização permite um trabalho diferenciado com cada grupo conforme as suas caraterísticas e especificidades.

Alguns alunos, apesar do acordo dos Encarregados de Educação, não pretendem ir para os Ninhos ou regressar do Ninho à turma, o que fazer?

É importante que os alunos reconheçam que a existência de Ninhos se deve à necessidade de TODOS aprenderem, adequando as metodologias aos ritmos diferenciados de cada um. Os professores têm que fazer com que os alunos tenham uma representação dos Ninhos como uma solução temporária para colmatar dificuldades e lacunas ou pelo contrário para desenvolver competências acima da média. Este esclarecimento acerca do que é o Ninho deve ser realizado cooperativamente por todos os docentes do Conselho de Turma.

Em que momento e de que forma se deve fazer a transição entre Ninhos e a turma Fénix?

Este tipo de transições deve ser definido pelos professores em causa após grande articulação e reflexão. Os alunos devem integrar a turma Fénix quando se sentirem autónomos na realização das tarefas solicitadas no Ninho e não apresentarem grande desfasamento em relação aos alunos da turma-mãe.

O baixar das expectativas dos alunos da turma Ninho pode criar desânimo e menos empenho? Como contrariar?

Um dos pilares do Projeto é o incremento da autoestima dos alunos, considerando que esta pode ser potenciada pelo reforço positivo dado pelo professor quando o aluno se esforça e é capaz de realizar uma tarefa de forma satisfatória. Consequentemente, a ida para os Ninhos também tem como objetivo que os alunos, de forma gradual sejam capazes de apresentarem prestações positivas e resolver problemas/exercícios de grau de dificuldade cada vez maior e se vão empenhando mais, ficando animados com as suas prestações.

O professor que está no Ninho vai utilizar o mesmo material, recursos, estratégias e acompanhar a planificação da turma Fénix?

Os professores que estão nos ninhos e nas turmas Fénix necessitam de uma perfeita articulação para minimizar constrangimentos na hora das transições. Estes professores, apesar de terem turmas menos heterogéneas (em algumas situações), terão que lidar com alguma heterogeneidade existente nos seus grupos de trabalho e, como tal, ter alunos a trabalhar de uma forma e outros de outra. É por isso que a diferenciação pedagógica ao nível dos conteúdos, processos e resultados é uma premissa importante deste Projeto, no sentido de disponibilizar um ensino personalizado.

Qual o número máximo de alunos no Ninho para que este funcione?

O número máximo de alunos por Ninho depende de múltiplos fatores: características dos alunos envolvidos, grau de heterogeneidade, salas/espaços e materiais, entre outros. No entanto, a literatura considera e a experiência nas escolas Fénix comprova que os grupos deverão, idealmente, ter 8 alunos, dez numa situação limite, em caso de alunos BRE, no caso de alunos de ARE este poderá ter um número superior tendo em conta as caraterísticas do grupo/turma e da escola.

Como lidar com a heterogeneidade dentro do Ninho e dentro da turma Fénix?

Responde-se à heterogeneidade com diferenciação pedagógica ao nível dos conteúdos, processos e resultados. Os professores devem ser capazes de ter todos os alunos ocupados e a desenvolver atividades diferenciadas de acordo com as suas competências. O ponto de partida é o nível de desempenho em que se encontra o aluno e a definição do processo, dispositivo pedagógico-didático, visa levar o aluno desse ponto de partida até à meta curricular BRE ou explorar além do currículo.

Como gerir o tempo para lecionar conteúdos nos Ninhos para não atrasar em relação à turma? E como gerir o potencial desfasamento criado?

Nos ninhos existirão alunos que estão muito perto de transitar para as turmas e outros alunos que por terem diferentes ritmos ou por apresentarem grandes lacunas ou conhecimentos muito acima da média, se encontram noutros patamares. Apenas com práticas de diferenciação pedagógica será possível gerir esta situação. E se relativamente ao primeiro grupo parece pacífico, relativamente ao segundo grupo temos que os ir “buscar” ao estádio em que se encontram e, pouco a pouco, – no início de forma mais lenta, mas depois aumentando ligeiramente o ritmo – fazer com que estes alunos consigam por eles mesmos consolidar aprendizagens e ir diminuindo o desfasamento para a turma Fénix e para o ano de escolaridade em que se encontram (BRE) e por outro lado aumentar o potencial dos alunos (ARE) elevando-os à excelência. Sublinhamos a importância da avaliação diagnóstica da avaliação formativa.

Se um dos professores (Ninho ou Fénix) faltar, ficam todos os alunos juntos. Se andarem a ritmos diferentes, como operacionalizar a situação?

A resposta vai mais uma vez para a articulação entre docentes (as aulas já estavam previamente definidas entre os dois) e para a diferenciação pedagógica. Ressalve-se que esta situação deve ser pontual, pois pode colocar os princípios do Projeto em causa.

O que fazer quando existe falta de cooperação entre os professores titulares de turma e os professores do Ninhos ou entre os professores das turmas Fénix e os professores do Ninho?

Um dos pilares do Projeto Fénix é a articulação e cooperação entre docentes. Se estas não existirem o Projeto não desencadeia os efeitos que lhe são reconhecidos. É extremamente importante que os docentes planifiquem aulas e produzam materiais em conjunto, só assim se consegue uma boa articulação, uma boa definição de critérios de transição e se ajudam mutuamente no desenvolvimento da diferenciação pedagógica, outro dos pilares do Projeto.

Como lidar com a heterogeneidade dentro do Ninho e dentro da turma Fénix?

Para lidarmos com o elevado número de alunos, com alguma heterogeneidade ao nível de ritmo das aprendizagens e com a não existência de Ninhos propomos novamente que se aplique a diferenciação pedagógica ao nível dos conteúdos, processos e resultados. Propomos ainda uma forte partilha com os colegas do grupo disciplinar com o objetivo de elaboração de um banco de recursos para que seja possível a operacionalização eficaz da diferenciação em sala de aula, permitindo uma gestão inteligente do currículo da disciplina, e estabelecendo um currículo nuclear – definindo o que é essencial o que os alunos não deixem de aprender.

Como fomentar a cooperação entre os professores envolvidos na dinâmica Fénix?

É importante para o sucesso deste Projeto que estes docentes tenham no seu horário tempos comuns (de preferência semanais) para o trabalho conjunto e a adequação de estratégias/metodologias. Deve ser igualmente potenciada a partilha dos colegas de grupo e dos coordenadores no desenvolvimento de estratégias e na elaboração de materiais.

O que fazer quando as turmas Fénix são formadas por um número elevado de alunos, especialmente nas disciplinas que não são diretamente intervencionadas?

Responde-se à heterogeneidade com diferenciação pedagógica ao nível dos conteúdos, processos e resultados. Os professores devem ser capazes de ter todos os alunos ocupados e a desenvolver atividades diferenciadas de acordo com as suas competências. O ponto de partida é o nível de desempenho em que se encontra o aluno e a definição do processo, dispositivo pedagógico-didático, visa levar o aluno desse ponto de partida até à meta curricular BRE ou explorar além do currículo.

O que fazer quando há resistência à mudança, à inovação pedagógica e consequente oposição à alteração das práticas por parte dos professores envolvidos?

Muita articulação, muita partilha, muito diálogo para que também os docentes sintam que a resposta a muitos problemas do ensino-aprendizagem se encontra ao nível das suas ações. A ação dos coordenadores e dos diretores na implicação dos docentes, na criação de condições para o trabalho colaborativo e na formação contínua é de extrema importância.

O que fazer quando existem vários alunos com Necessidades Educativas Especiais nas turmas Fénix?

O Projeto Fénix não está diretamente direcionado para dar resposta aos alunos com NEE, no entanto, temos consciência que a existência destes alunos nas turmas pode ser uma realidade. Uma das consequências positivas é a reduzida dimensão da turma, a outra é a saída destes alunos em algumas disciplinas para serem acompanhados pelo professor do ensino especial, o que faz com que o grupo de trabalho tenha uma dimensão ainda mais reduzida. Mais uma vez se verifica que a articulação entre docentes e o ensino diferenciado ajudarão a dar uma resposta profissional a estas situações.

O que fazer quando existem turmas Fénix com diferentes ritmos de trabalho, e docentes que as lecionam com metodologias de trabalho diferentes e, como tal, – dificuldades ao nível do funcionamento do Ninho?

Esta situação, com a existência de muita articulação, tem tendência a ser minimizada, no entanto, poderá ser necessária uma solução do tipo organizacional, exemplo: um Ninho por turma Fénix, caso haja recursos para a implementar.

 

Avaliação

Os alunos das turmas Fénix fazem testes iguais aos das outras turmas?

Esta decisão caberá sempre aos professores, adequando ao estádio de desenvolvimento da  turma bem como aos conteúdos lecionados/aprendidos. É igualmente necessária a definição de metas ao longo do ano, nunca retirando do horizonte as metas curriculares das disciplinas de Português e de Matemática, para o ano de escolaridade que o aluno frequenta.

Idealmente, pelo menos o último teste de cada período deverá ser comum a todos os alunos e os restantes poderão ter uma ligeira adaptação (nunca superior a 20% da matriz comum, com simplificação para os BRE e aumento da exigência para os ARE).

Os alunos do Ninho fazem testes iguais aos da turma Fénix?

Nos Ninhos esta situação é altamente contingencial. Poderão existir alunos que estão muito próximos da turma Fénix e os professores, em articulação, podem decidir dar o mesmo teste, até para aferir o estádio de evolução destes alunos e o desfasamento em relação à turma Fénix. Como poderão existir alunos com grandes dificuldades e que se encontram a um nível de desenvolvimento de competências bastante diferente da turma-mãe e que, inclusivamente, estão a dar conteúdos diferentes, pelo que devem ter testes de acordo com o que estão a aprender. Poderão igualmente existir estas duas situações em simultâneo, na base do princípio da diferenciação pedagógica. Idealmente, pelo menos o último teste de cada período deverá ser comum a todos os alunos e os restantes poderão ter uma ligeira adaptação (nunca superior a 20%, de forma a que a matriz do teste não seja desvirtuada e deste modo se constitua como um instrumento válido de avaliação formativa.

A avaliação dos alunos das turmas Fénix e dos Ninhos como se processa?

É desejável que o aluno faça aprendizagens significativas o mais rapidamente possível, e dentro do expectável, atinja as competências correspondentes ao ano que frequenta. No entanto, deve sentir-se reconhecido e recompensado pelo trabalho que desenvolveu. A última resposta será sempre encontrada na Escola/Agrupamento através dos coordenadores de departamento, professores das turmas Fénix e dos Ninhos.

 

Gerais

Os professores de Português e de Matemática que estão a lecionar no Ninho estão preocupados, pois se forem ao encontro das dificuldades dos alunos vão ter algumas dificuldades no cumprimento do programa nacional.

Mais importante que cumprir o programa são as aprendizagens significativas realizadas pelos alunos. Esta situação agrava-se se os alunos apresentarem lacunas de anos anteriores, pois não vão poder aprender o conteúdo do ano que frequentam se tiveram aprendizagens por consolidar de anos anteriores. Os professores devem pois ir “buscar” os alunos aos estádios onde se encontram, ajudando-os  a adquirir aprendizagens significativas e, de forma gradual, a desenvolver competências (que é preciso identificar), para que o mais rapidamente possível, dentro do expectável, atinjam as competências correspondentes ao ano e nível de ensino que frequenta.

O que fazer com os alunos das turmas Fénix e dos Ninhos. Será que estes alunos estarão preparados para as provas finais?

Se estes alunos estivessem inseridos em turmas “ditas” normais, no canto da sala, com uma metodologia de ensino-aprendizagem tradicional, vocacionada para o aluno “médio”, estariam mais bem preparados para as provas finais do que inseridos em agrupamentos de alunos de menor dimensão como as turmas Fénix e os Ninhos, servidos por uma metodologia de ensino-aprendizagem centrada no aluno e nas suas dificuldades/potencialidades?

Como podemos combater a indisciplina na sala de aula, quer das turmas Fénix, quer dos Ninhos sabendo que estas turmas podem incluir os alunos mais problemáticos?

Existem múltiplas causas para a indisciplina e para o mau comportamento. Desde problemas familiares e sociais, passando por falta de atenção e concentração originadas por variados fatores (noites mal dormidas, relações familiares difíceis, crises da adolescência, fatores biológicos e neurológicos), por falta de regras claras e correspondentes sanções e por dificuldades de acompanhamento dos conteúdos abordados, entre outros. A nossa primeira missão é descobrir, caso a caso, a origem do mau comportamento e atuar em conformidade. Se os problemas são familiares devemos pedir ajuda aos técnicos da escola ou que apoiam a escola (Psicólogos e Assistentes Sociais) que devem dirigir-se preferencialmente a estas turmas (o seu trabalho nas outras turmas estará reduzido). Concomitantemente deverão existir regras claras, conhecidas por docentes e discentes de toda a escola e/ou Agrupamento, sendo uniformizada a sua aplicação em todos os níveis de ensino, com sanções definidas em caso de não cumprimento (em conformidade com o Estatuto do Aluno e Regulamento Interno). Outro ponto que nos parece importante para a diminuição do mau comportamento será a metodologia de ensino-aprendizagem, e a estratégia de aula que, centrando a sua ação no aluno e nos desafios de aprendizagem colocados, poderá contribuir para diminuir problemas de comportamento, conforme demonstra a literatura.

Como gerir ritmos de aprendizagem tão diversificados?

A gestão de ritmos de aprendizagem tão diversificados só será possível com diferenciação pedagógica ao nível dos conteúdos, processos e resultados. Se tal não se verificar, não estaremos a dar a cada um segundo as suas necessidades/possibilidades, logo não estaremos imbuídos da filosofia subjacente ao Projeto Fénix.

Como se uniformizam os diferentes ritmos das turmas Fénix-Ninhos aquando da transição dos alunos?

Só através de um ensino diferenciado e adequado a cada aluno é que os alunos serão capazes de desenvolverem aprendizagens significativas, ir diminuindo o desfasamento para com a turma Fénix e ao transitar já ser capaz de autonomamente ir desenvolver um trabalho significativo nesta turma.

Nos Ninhos, embora o programa seja o mesmo, devemos caminhar ao mesmo ritmo que a turma Fénix?

O trabalho nos ninhos deve ser adequado aos alunos que os compõem, tendo sempre como alvo a realização de aprendizagens significativas e a diminuição do desfasamento entre o estádio dos alunos e as competências necessárias para aquele ano de escolaridade e nível de ensino.

Os alunos das turmas Fénix e dos Ninhos não se sentem motivados, o que fazer?

O Diretor e os professores devem esforçar-se por demonstrar a alunos e a Encarregados de Educação que a AE/ENA está a adequar a sua ação às necessidades/possibilidades dos alunos e que está a fazer tudo para que os seus educandos façam aprendizagens significativas importantes para uma escolaridade com sucesso e para a vida. No contexto de sala de aula temos que ir “buscar” o aluno ao estádio em que se encontra, e só a partir daí, e de acordo com o seu ritmo, é possível ajudá-lo a desenvolver competências. É de todo conveniente que o reforço positivo e o incremento da auto-estima dos alunos seja um objetivo dos professores para que estes sintam que o seu trabalho tem valor e comecem a motivar-se para aprender. Convém igualmente que as estratégias de aula estejam centradas no aluno individualmente e que procurem ir ao encontro da produção de aprendizagens essenciais.

Os alunos revelam falta de atenção e concentração, de interesse para as aprendizagens e recusam-se a realizar as tarefas na sala de aula e em casa, como solucionar este problema?

Esta questão implica uma forte reflexão mediante o grupo de alunos. No limite devem aplicar-se sanções que dependam da escola e que sejam exequíveis.

Como levar os alunos a reconhecerem que estar nos Ninhos é a melhor forma para eles aprenderem?

Podemos começar por usar a comparação com as explicações. Temos um professor da disciplina que tem mais tempo para cada aluno pois o grupo é pequeno, que vai promover um ensino individualizado, personalizado e de acordo com as características e necessidades/possibilidades dos alunos.

Como envolver os Encarregados de Educação?

O envolvimento dos Encarregados de Educação, a que as Escolas devem aspirar, pretende, em primeira instância, o reconhecimento de que a Escola é capaz de cumprir a missão de contribuir para a educação integral do seu filho/educando. Para tal, a escola terá que assumir uma postura que fomente a construção, pela sua ação, de uma representação profissional da instituição Escola, na medida em quem a “governa” e nela “age” são profissionais da educação. Neste sentido assume particular importância, não se esgotando nela, a ação do Diretor(a), do professor titular de turma e do Diretor(a) de turma no desenvolvimento de canais de comunicação corretos e adequados a cada aluno e ao seu respetivo encarregado de educação

Como diminuir a “estigmatização” que pode criar a formação das turmas Fénix e a ida dos alunos para os Ninhos?

A estigmatização dilui-se quando alunos e E.E./pais perceberem que, de facto, este Projeto visa o sucesso de todos. E que, para isso, estamos a dar a cada um segundo as suas necessidades/possibilidades. Estamos a investir nesses alunos muitos recursos materiais e humanos para que TODOS possam fazer aprendizagens significativas.

Como atingir as metas do contrato com o Ministério da Educação?

Com muito empenho de todos os envolvidos no Projeto: gestão, professores, alunos, técnicos e encarregados de educação

Como lidar com a falta de técnicos (assistentes sociais e psicólogos)?

A falta de técnicos especializados (Assistentes Sociais e Psicólogos) é uma realidade de muitas escolas inseridas no Projeto Fénix. Sabemos que os recursos têm que ser geridos e que este ano não vão ser disponibilizados mais recursos para as escolas. Apenas podemos sugerir o estabelecimento de protocolos com Instituições de Ensino Superior do ramo para que os seus alunos daquelas áreas possam ir estagiar nas escolas envolvidas, bem como parcerias com outras instituições que possam disponibilizar este tipo de técnicos.

O que fazer perante a falta de recursos físicos/materiais para o desenvolvimento do Projeto?

A questão deverá ser colocada caso a caso e ser do conhecimento das respetivas entidades competentes, a começar pelo AE/ENA. Antes do Projeto arrancar deve haver uma cuidada análise e previsão dos recursos.

Como articular as aprendizagens entre ciclos?

A articulação entre ciclos só será bem  sucedida quando os docentes dos vários ciclos se reunirem e forem partilhando angústias, constrangimentos, ideias, materiais e projetos, para que sejam atenuados os desfasamentos que muitas vezes são uma realidade das nossas escolas.